quinta-feira, 17 de março de 2011

O gigante


Era uma vez, um gigante que vivia numa gruta assustada. À noite,  o gigante, ia buscar comida e água ao poço que ficava na floresta. Só que o gigante esmagava tudo o que lhe aparecia à frente.
Enquanto o gigante passeava pela floresta apareceu-lhe um sábio a quem lhe pediu ajuda.
 Então, com um dos seus feitiços transformou os pés do gigante em pezinhos de lã, para não estragar a natureza.
O gigante ficou muito feliz.
No fim, organizaram uma grande festa com todos os habitantes da floresta.
O sábio e o gigante ficaram amigos para todo o sempre!
Trabalho realizado por:
Juliana Machado
Diogo Miguel
Maria Inês
E.B.1/J.I de Lagoas - 2.º ano

quarta-feira, 2 de março de 2011

A Fada da Floresta

Era primavera, com cheirinho a flores. A Ana Isabel, uma menina de 9 anos, costumava passear na floresta. Um local onde se sentia feliz. Podia brincar, falar com os animais, beijar as flores, entre outras coisas mais.
Num desses passeios encontrou o amigo esquilo.
Quando se aproximou, para o cumprimentar, viu que tinha a pata ferida. Ficou preocupada e não sabia o que fazer. De repente lembrou-se da sua amiga fada, A Fada da Floresta. Seria a pessoa ideal para ajudá-la.
- Mas como a vou encontrar? - perguntou a Ana Isabel  ao esquilo.
- Terás que chamar três vezes o nome da fada – respondeu o esquilo.
- Fada da floresta, fada da floresta, fada da floresta – pronunciou rapidamente.
Nesse momento surgiu a fada. Num só sopro curou o esquilo. Era vê-lo a saltar de árvore em árvore como nada tivesse acontecido.
         Ficaram todos contentes. Para comemorarem resolveram fazer uma festa.
         Foi muito divertida com os pássaros a cantarem e os pica-paus a tocarem.

Trabalho realizado por
Tânia Filipa Regadas Pereira
E.B.1 de Cruzeiro - 4.º ano

terça-feira, 1 de março de 2011

O boneco de neve voador

OLá amigos. Disponibilizamos a ilustração do nosso texto narrativo. Já o passámos para o computador, mas não o encontramos. Publicaremos em breve.

Trabalho realizado por: Rúben, Margarida, Raquel e Mariana
E.B.1 de Casais - 3.º ano

O Gigante

        Numa noite muito escura, um grande gigante foi passear na floresta. Ouvia-se barulhos assustadores que nem queremos revelar. Da escuridão surgiu uma feiticeira negra como a noite e má como as cobras. Lançou a sua varinha para cima do Gigante e transformou-o num morcego.


Durante anos e anos andou perdido...
 Sempre pensou voltar a encontrar a Feiticeira Negra para que o transformasse, novamente, em Gigante.
Mas da feiticeira não havia sinal…
- Quem me pode ajudar? – gritou o Gigante .
Nesse instante apareceu um mocho. Sabedor de todos os mistérios da floresta, disse ao gigante para cantar esta melodia.


                                                         Feiticeira negra
                                                         Numa noite de luar
                                                        Vem à minha beira
                                                         Para me desencantar


Ao prenunciar a última palavra, o morcego transformou-se novamente em gigante.
Agradeceu ao mocho e prometeu-lhe guardar a floresta de todos os perigos.
   

 Trabalho realizado por: Ricardo, Beatriz, Rita e Eva
E.B.1 de Casais - 3.º ano

Bruxa Maldosa e a Princesa Ana

Bruxa Maldosa e a Princesa Ana

Numa gruta, vivia a Bruxa Maldosa. O seu ar era assustador. Tinha o cabelo comprido, quase até aos joelhos, os olhos esbugalhados e uma verruga preta no nariz. Quem a via fugia a sete pés…
Num dos seus passeios noturnos encontrou um castelo.
Aproximou-se, bateu à porta e ficou à espera.
Passaram alguns minutos…
Do interior do castelo saiu uma pequena princesa. Nem imaginam a sua beleza, era encantadora! Ana era o seu nome.
No momento em que se dirigiu à bruxa Maldosa, o seu som transformou  a bruxa numa velhinha simpática.
Da bruxa nunca mais ninguém ouviu falar…
Da velhinha simpática diz a história que ficou a viver no castelo com a princesa.
Não sei porque lá não vivo, mas acredito que sim!

    
Trabalho realizado por: Jéssica, Vítor, Nuno e Leonel
E.B.1 de Casais - 3.º ano

A Princesa Mariana


A Princesa Mariana

Durante a Primavera, a princesa Mariana dava passeios pelo jardim do seu castelo. Aproveitava para ver as suas amigas flores. Cumprimentava as rosas, os jarros, as estrelícias e dizia bom dia ao sol.
   Mariana tinha cabelo castanho, olhos verdes claros, era alta e magra. A sua beleza era única. Todos diziam que era muito bonita, assim como as flores.
        Num desses passeios, verificou que uma flor estava triste. Preocupada pediu ajuda à sua amiga Margarida. Bastou olhar para a lua e fechar os olhos.
Nesse instante apareceu a fada Margarida.
        Com a sua varinha mágica, lançou alegria para a flor.
        Era vê-la a florir, nem parecia a mesma.
        Deu-lhe o nome de “flor de alegria”, para que daí em diante pudesse alegrar todo o jardim.
        A princesa Mariana agradeceu o gesto e prometeu-lhe amizade para toda a vida.

  
        Trabalho realizado por:
 Mariana Neto
Inês Catarina
João Carlos
Luís Carlos
E.B.1 de Casais - 3.º Ano

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Rex e os seis amigos

Rex e os seis amigos

Era Verão. O sol brilhava intensamente. Convidava-nos para um passeio no campo ou na praia. Optámos pelo passeio no campo. Sempre era mais refrescante e podíamos levar o Rex. O Rex é um cão especial, diferente de todos os cães. Gostava de correr, brincar com as pessoas e cheirar as flores. Quando o fazia sentia-se feliz.
 Nessa tarde o Rex, o Bruno, o Fábio, o Pedro, o Ismael, a Sandrina e eu, amigos de longa data, fizemos um piquenique. O Ismael e o Bruno levaram fruta, o Pedro levou pão com queijo e fiambre, o Fábio levou pizzas, a Sandrina as bebidas e eu, apenas, levei o Rex.
Chegámos ao campo por volta das quinze horas. Aproveitámos para brincar e descobrir os seus encantos. Apreciámos os pássaros, as flores e o ar puro.
- A Sandrina começou logo a apanhar flores para fazer um colar. Quem não gostou foi o Rex, ladrava, ladrava …

- O Rex não gosta que cortem as flores – comentei.
A Sandrina aproximou-se do Rex e, com as flores que apanhara, fez-lhe uma coleira. Era vê-lo radiante, pulava de contente. O aroma das flores tornava-o energético.
Prosseguimos o passeio…
O Ismael, o mais traquina do grupo, sugeriu um mergulho no riacho. Nem pensámos duas vezes. O Rex também mergulhou. De todos nós era o melhor nadador.
            Entre brincadeiras e mergulhos houve uma situação complicada. O Ismael quase se afogava, não fosse o Rex a salvá-lo. Nós já o tínhamos alertado para não se dirigir à parte mais funda do riacho, mas não nos deu ouvidos.
            Serviu de lição, nunca se irá esquecer deste dia. O Rex foi um herói, nós agradecemos-lhe com um grande abraço.
            No final, depois do Ismael estar recuperado, fomos lanchar. Durante o lanche combinámos não contar a ninguém o pequeno acidente. O Ismael prometeu nunca mais se meter em sarilhos. Seria um segredo só nosso.  


Trabalho realizado por: Jorge Sousa , Sandrina Sousa, Ismael Sousa, Pedro Silva, Fábio Barbosa, Bruno Pacheco
4.º ano - E.B.1/L.I de Lagoas