sexta-feira, 3 de maio de 2013


Maria do Mar

O meu nome é Maria dos Mar. Todos me conhecem por este nome. Na verdade, o meu nome  de batismo é Maria do Céu Silva  Rocha. Rapidamente vão perceber por que me tratam por Maria do Mar.
No mar posso brincar com a areia, com as conchas, com as rochas, que me são familiares, e, ainda, observar a esplêndida paisagem que o mar nos dá. Passo horas e horas a namorar com o mar. Tenho a sorte de viver junto ao mar, basta atravessar a rua e lá estou eu a namoriscar.
Nos dias mais frios, quando não posso mergulhar, sento-me numa rocha e ouço o marulhar das ondas. É um som muito agradável e música para os meus ouvidos. Dá vontade de pernoitar com o mar, não fosse a minha mãe a chamar-me para ir para casa.
Nos dias mais quentes aproveito para me refrescar. Chego mesmo a mergulhar e a conversar com alguns animais marinhos.
         Tenho um amigo especial, um golfinho. Entre nós existe uma grande amizade. Eu protejo-o dos perigos do mar e ele protege-me das ondas mais perigosas. Chamo-lhe Salvador.
Quando era pequenina, salvou-me de uma queda que dei quando saltava de rocha em rocha. Fui parar ao fundo do mar e, nesse instante, o Salvador pegou em mim e trouxe-me para a superfície.
         A partir desse dia, a minha vida mudou. Passaram a chamar-me Maria do Mar e não quero outro nome. Sempre gostei mais do mar do que do céu...

1.º e 2º. anos
E.B.1/J.I de Lagoas

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Um Natal encantador


Um dia uma criança virou-se para a sua mãe e disse:

- Mãe eu neste ano queria uma coisa.

A mãe era pobre mal tinha dinheiro para comprar comida ela só tinha pão e água da fonte para dar ao filho.

Ele estava a brincar quando a sua mãe chegou ele foi logo a correr para o colo da mãe porque ele e a sua mãe iam fazer o presépio e o pinheiro.

Mas a mãe olhou para a cara do seu filho e disse:

- Meu querido filho a tua mãe não pode comprar um pinheiro eu não tem dinheiro. Desculpa.

-Mãe eu compreendo eu já sabia todos os anos é assim não tem mal.

Era noite a sua mãe estava na cama a pensar o que devia dar ao seu filho mas como ela não tinha dinheiro para comprar nada. Mas ela lembrou-se na mochila que viu na loja que eles tinham passado e começou a fazer.

Quando o menino acordou começou a sentir-se mal e chamou a mãe:

- Mãe doí-me a cabeça não consigo beber nem comer não posso ir a festa de natal. A mãe muito preocupada chamou o médico só que ela não tinha dinheiro o médico disse que não era preciso pagar.

Era natal todos os meninos estavam a abrir os seus presentes menos um que era o filho da senhora pobre.

Ela deu o presente ao filho e o menino disse:

- Mãe isto é uma coisa bonita uma coisa simples e feita com amor é linda.

Os anos passaram o seu filho já tinha dois filhos o roberto e o Leandro.

Mas a sua mãe era muito velha e acabou por morrer no Natal em 2012.

 

Fátima Alexandra 5/12/2012

4º Ano - EB1 Stº António - Casais

Um desejo de Natal


Um desejo de Natal

 

Nos primeiros dias de dezembro, quando na escola já se preparava o Natal, Matias ganhou um novo colega. Chamava-se Duarte e vinha de outra escola. A professora apresentou-o à turma e mandou-o sentar ao lado do Matias.

Em poucos dias, criou-se uma grande amizade entre eles. Onde estava um, também estava o outro.

Na última semana de aulas, antes do Natal, a professora ordenou que pensassem o que queriam pedir ao Pai Natal, pois iriam escrever-lhe uma carta.

Todos ficaram muito excitados com a ideia e falavam das prendas que queriam receber, só o Duarte não se pronunciou e ficou muito calado e triste.

No intervalo, Matias quis saber o que se passava com o amigo:

Então tu não vais pedir nada ao Pai Natal?

Aquilo que eu queria, ele não me pode dar. respondeu Duarte.

Então o que queres?

Eu vou contar-te uma coisa. Nos outros anos, eu também pedia muitos brinquedos ao Pai Natal. Ele dava-me tudo que eu pedia e eu ficava feliz. Com a crise os meus pais ficaram sem nada, até a casa perdemos, foi por isso que eu vim para casa dos meus avós e para esta escola. Os meus pais tiveram que ir trabalhar para o estrangeiro porque não tinham emprego. Agora, percebo que os brinquedos não são tão importantes. O que eu mais queria era passar o Natal com os meus pais, mesmo que não recebesse nenhum presente.

Matias ficou estupefacto com aquela história e decidiu ajudar o amigo.

No dia seguinte, quando escreveu a carta, em vez de pedir os brinquedos que tanto queria, pediu ao Pai Natal que trouxesse no seu trenó os pais do Duarte para passarem o Natal com ele.

Na véspera de Natal, enquanto a sua mãe preparava a ceia e o resto da família se reunia em volta da lareira, Matias pensava no seu amigo e na tristeza que seria passar o Natal sem os pais.

Nesse momento, parou um carro em frente da casa dos avós do Duarte. Lá de dentro saiu um casal que se dirigiu para o portão. Foi então que Matias viu o Duarte abrir a porta de casa e correr para abraçar os pais.

O seu desejo tinha-se realizado e o Duarte podia, tal como ele, passar o Natal com a família toda reunida.

Enquanto se dirigia para juntos dos seus, Matias murmurou:

Obrigado, Pai Natal. Agora sim, será Natal de verdade!

 

3º ano EB1 Santo António - Casais

A MAGIA DE NATAL


Era uma vez um casal jovem Marina e Edgar que tinham dois filhos Martim de 2 anos e Matilde de 11 meses, a vida corria-lhes muito bem até ao nascimento da pequena Matilde quando Marina tirou licença de maternidade, como estava a recibos verdes o patrão despediu-a não tendo nem direito ao fundo desemprego. Então Marina começou a dedicar-se aos filhos e à casa. Porém uma desgraça nunca vem só, o seu marido também ficara desempregado porque a firma onde trabalhava tinha fechado.

Então aí as coisas complicaram-se muito mais porque o dinheiro do fundo de desemprego do Edgar mal dava para pagar a prestação da casa e mal tinham para comer, as dividas foram-se acumulando portanto nesse Natal eles tinham ficado muito pobres e começaram a perder tudo inclusivo a casa onde moravam porque para comprar os bens essenciais das crianças

era necessário algum dinheiro.

Na noite de Natal Marina ia à cozinha beber água e olhou para o lado, viu o Pai Natal e disse:

- O que faz aqui? Pensava que o senhor só dava prendas aos ricos e os meus filhos são pobres.

- Então pensou mal porque eu dou prendas a todas as crianças do mundo e não interessa se são ricos ou pobres eu sou amigo de todas as pessoas. - Disse o Pai Natal.

Peço desculpa Pai Natal! - Disse a Marina.

Então o Pai Natal disse-lhe que os ia ajudar arranjando-lhe emprego na sua fábrica de brinquedos e que os problemas deles se iam resolver.

Então Marina quando acordou de manhã viu que os seus problemas se tinham resolvido, já não iam perder a casa onde viviam como todas as suas dívidas estavam pagas e também ela e Edgar já tinham emprego no pinheirinho também havia presentes para o pequeno Martim e para bebé Matilde.

Afinal o Natal tem muita magia!

Marcelina 10/12/2012

4º Ano - EB1 Stº António - Casais

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

O outono


O outono
O sol é fraquinho
E os frutos estão maduros.
Os homens fazem vindimas
E brincam com as primas.

Eu gosto muito do outono,
De apanhar as folhas.
É muito divertido
Ter um novo vestido.

Come-se castanhas
E figos duros.
As folhas e os frutos
Ficam maduros.

No outono, colhem-se as  uvas.
As folhas andam por aí a voar.
Eu apanho as maçãs
E como romãs.

No outono, apanha-se as peras
As maçãs e as uvas.
Comemos castanhas quentinhas
E calçamos as nossas luvas.

No outono caem as folhas e os frutos.
Também há muita chuva e vento .
Algumas folhas ficam vermelhas
E gelam as minhas orelhas.

Eu gosto do outono
E como muitas castanhas.
Brinco e jogo à bola,
Estudo na escola.

No outono há muito frio e chuva,
Come-se castanhas assadas.
Caem muitas folhas,
Que ficam no chão descansadas.

No outono caem as folhas
Às vezes vem a chuva.
Depois vem o vento
E come-se a uva.

No outono cai muita chuva,
Cai neve e há vento.
No outono nós vimos para a escola
E trazemos a nossa bola.
Colhe-se os frutos
e na escola temos que estudar,
para sermos inteligentes
e no quadro de excelência ficar.

No outono vem a chuva e o vento,
Voam as folhas pelo ar.
Comemos castanhas
E vamos dançar.

No outono festejamos o magusto
E comemos as castanhas.
Tão boas! Quentinhas
E bem assadinhas!

No outono veste-se roupa quente
Pois há muito frio.
E chove sem parar,
A rua parece um rio.

No outono caem as folhas
E colhemos as uvas.
Chove muito mais,
Cuidado, senão cais!

No outono cai muita chuva e há trovoada,
A rua está sempre molhada.
As plantas estão estragadas
E as uvas esmagadas.

Eu hoje vou comer castanhas,
Castanhas e romãs.
Acordo bem cedo
Todas as manhãs.

No outono há folhas
que são para brincar .  
No outono há brincadeiras
Para eu festejar!
                                     2º e 3º ano da E.B. 1 de Monte Sines - Covas



terça-feira, 10 de julho de 2012

Amor com chuva

Amor com chuva
Era uma vez, uma formiga, que era muito solitária e corajosa.
Tinha o seu formigueiro num campo deserto e tranquilo.
Um dia, quando estava apanhar alimentos perto de uma árvore com um enxame e começou a chover. E choveu, choveu durante muitos dias!
Devido à chuva que caiu, houve uma inundação. As formigas fugiam, mas como a corrente era forte elas boiavam. Depois da inundação, ficou tudo destruído, então como aquela formiga era esperta, disse:
- Eu resolvo tudo. Vou chamar uns amigos.
- Mas quem?-perguntaram as restantes formigas.
Então ela pensou e disse:
- Uma abelha pequena e uma árvore alta e bondosa.
A formiga foi ao mesmo sitio daquele mesmo dia, ao encontrá-los perguntou:
-Vocês ajudam-nos a reconstruir a nossa aldeia?
-Sim!-exclamaram.
Passado 3 dias, a aldeia estava maravilhosa. Tinha casinhas feitas de madeira, poços e reservas de comida.
 Então as formigas felizes disseram:
-Muito obrigada! Muito obrigada!
-De nada!- responderam a árvore e a abelha.
A formiga, passado algumas semanas, arranjou um namorado. Chamava-se Polis. Casaram e tiveram formiguinhas.
Viveram felizes para sempre.
 Uma história romântica, mas um pouco molhada.

        Mariana Coelho.
        3º ano E.B.1 de Monte Sines.        
A primavera
Primavera sem fim
Primavera sem igual
Quem me dera que fosse assim
A primavera em Portugal

As flores começaram a florir
O sol a brilhar
As borboletas a sorrir
As árvores a encantar

O calor começou a aparecer
Já podemos ir brincar
Já podemos ir correr
Sempre, sempre sem parar

Os animais já acordaram
Pois já passou o inverno
Os meses já passaram
Não pode ser inverno esterno

Agora já estou feliz
Já acabei de falar
Eu chamo-me Beatriz
E a primavera sempre vou adorar

Beatriz 3.º ano -  E.B.1 de Casais