segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

A Pipi Orelhuda

                                       

Era uma vez uma menina chamada Pipi das Meias Altas, que vivia sozinha numa casa de chocolate, no bosque.
            A Pipi das Meias Altas, era muito forte, alta de olhos azuis, cabelos loiros e compridos para esconder as suas grandes orelhas; que eram parecidas com as de um elefante. Ela era muito feia e ninguém gostava dela, os únicos que gostavam da Pipi eram os animais do bosque, já que ela tratava deles todos os dias.
 O facto da menina ser tão feia devia-se ao feitiço que uma bruxa, lhe tinha lançado quando esta lhe tentou retirar um elefante da sua casa, que era maltratado. O elefante, tornou-se no melhor amigo da menina, protegia-a contra tudo e contra todos. A menina vivia muito triste, cada vez que ia buscar água ao rio e via a sua imagem refletida nas águas límpidas do rio Mezio chorava sem parar e os seus amigos do bosque vinham consolá-la.
 Um dia, o seu amigo elefante para a animar convidou-a para darem um passeio até à aldeia mais próxima, pois os mantimentos para ajudarem os animais da floresta estavam a acabar. Ela aceitou o convite, mas primeiro tapou as orelhas com um grande lenço, para ninguém se rir dela.
            Entretanto ao chegarem à aldeia levantou-se uma tempestade e o lenço que a Pipi trazia na cabeça fugiu com o vento. Dois meninos que estavam a passar viram a Pipi das Meias Altas e começaram a troçar dela.
- Olha a menina com orelhas de elefante!
 A menina muito envergonhada correu para casa, pelo caminho encontrou o Gato das Sapatilhas que lhe devolveu o seu lenço. A menina agradeceu-lhe.
-Obrigado. Queres vir lanchar à minha casinha de chocolate?
- Sim, gostava muito de conhecer a tua casa, pois já ouvi falar imenso dela.
            Quando entrou na casa da menina, o gato reparou que a menina tinha muitas sapatilhas guardadas na sua sapateira. O gato ficou fascinado pois ele adorava sapatilhas, daí o seu nome “Gato das Sapatilhas”.
            Durante a noite ele tentou roubar todas as sapatilhas da menina!
Quando foi verificar se ela estava mesmo a dormir, ficou encantado com a sua beleza; pois durante a noite o feitiço quebrara-se. O Gato não teve coragem de roubar as sapatilhas da menina, mas em vez disso tentou “roubar-lhe” um beijo.
            De repente a Pipi acordou e deu-lhe um estalo, o gato fugiu assustado e o feitiço quebrou-se. A Pipi ao verificar que durante o dia as suas orelhas não tinham crescido, arrependeu-se de ter sido tão má com o gato e decidiu procurá-lo e pedir-lhe desculpas.
            Para comemorar, os animais do bosque reuniram-se e fizeram uma grande festa, onde o gato, tocava guitarra para a Pipi das Meias Altas.





Turma do 4º ano
E.B.1 de Lagoas

A missão da fada Isabel


Há muitos, muitos anos, num reino distante, no país das fadas, existia paz e harmonia. Um dia aconteceu uma grande desgraça, a rainha ficou subitamente doente. Há muito que o diabo disputava o seu reino, mas ela nunca se deu por vencida, resistindo à sua maldade.
         Certo dia, uma serpente a mando do diabo entrou, de forma invisível, no quarto da rainha e deitou água venenosa, do poço da montanha assombrosa, no copo da rainha. Todas as pessoas do reino encontravam-se preocupadas com a situação do país.
O sábio mais velho do reino ouviu falar de uma poção mágica que curava as pessoas que bebessem as águas do terrível poço e só o grande e conselheiro lobo, saberia onde se encontrar essa poção.
A fada Isabel, a mais corajosa, decidiu sacrificar-se para salvar o seu povo.
 Viajou dias, após dias … Chegou à floresta do vale encantado, ao entrar na floresta, sentiu uma sensação estranha, mas continuou o seu caminho. No coração desta, encontrou uma fonte de pedra, bastante antiga. Na fonte estava esculpida o busto de um leão, de onde saia água. De repente, ouviu-se uma voz estranha que sussurrou:
- A solução está nos olhos do leão e ao poço da montanha teus passos te levarão.
A fada foi apalpando o rosto do leão e ao carregar nos olhos a água, deixou de sair e da boca, saiu uma pedra muito valiosa.
Ela guardou-a e, de acordo com as instruções da voz, dirigiu-se à montanha assombrosa, na esperança de encontrar o poço. Ao chegar à montanha, deparou-se com uma paisagem tenebrosa, as árvores e animais pareciam estarem a morrer, tudo era negro, não havia vida.
Isabel ganhou coragem e continuou até encontrar o poço. Era um poço fundo e escuro. Examinou-o e encontrou uma estranha pedra. Parecia que algo se encaixava nela. Retirou a pedra preciosa que tinha guardada e colocou-a na fenda. Misteriosamente a água venenosa desapareceu e surgiram umas escadas que a levavam às profundezas do poço. Isabel desceu as escadas e encontrou um vulto. Era o sábio lobo.
Ela contou-lhe o que tinha acontecido à sua rainha e suplicou-o que a ajudasse. Nesse mesmo momento, o lobo entregou à fada a poção mágica, que era um antídoto contra o veneno das águas.
A fada correu para salvar a sua rainha e o seu país.
E agora… vamos embora que está na hora de acabar a história.

E.B.1 /J.I de Lagoas, alunos do 3ºano.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Saber mais sobre o Lobo Ibérico

Saber mais sobre o Lobo Ibérico

            O Lobo Ibérico é um animal que vive na Península Ibérica, ou seja, em Portugal e Espanha. Ele é peludo e grande. É parecido com o cão.
            O Lobo Ibérico está em vias de extinção, isto é, está a desaparecer da Península Ibérica. Na verdade, existem várias causas para a sua extinção, a saber: o comportamento inadequado do ser humano, a diminuição da pastorícia tradicional e os cães vadios e assilvestrados.
            A extinção do Lobo Ibérico prejudica a Natureza. Com efeito, provoca o desequilíbrio do meio ambiente.

            Por todas estas razões, o homem tem de mudar de comportamento e cumprir a “Lei de Proteção do Lobo Ibérico”.




                                                                                                                          Alunos do 3.º ano
                                                                                                                          E.B.1/J.I de Lagoas

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

A solidão

      Era uma vez uma menina que se chamava Clara e vivia num orfanato. Clara sentia-se triste, porque não tinha família, foi abandonada ainda em bebé.
       Certo dia encontrou um menino que se tornou seu amigo. Esse seu amigo chamava-se Rodrigo. Clara brincava com ele todos os dias no fim da escola.
      Certo dia Rodrigo convidou Clara para ir lanchar a sua casa e disse-lhe:                                             
 - Clara, queres ir lanchar a minha casa?
     E Clara respondeu:
- Quero!
      E combinaram para o seguinte fim de semana.
     Clara passou a semana toda ansiosa à espera que chegasse o próximo fim de semana. O fim de semana chegou e Clara lá foi a casa do Rodrigo.
     Clara conheceu a mãe de Rodrigo, simpatizaram muito uma com a outra, e repetiram o lanche várias vezes. De lanches, passaram a almoços e jantares, até que um dia a mãe de Rodrigo fez uma proposta a Clara.
     Proposta essa que deixou Clara muito feliz!
      A mãe de Rodrigo perguntou a Clara se gostava de ser adotada por ela. Clara e Rodrigo não couberam em si de contentes. Finalmente a Clara ia ter uma família e Rodrigo de amiga passou a ter uma irmã.
     E assim uma triste menina finalmente encontrou uma família que nunca tinha tido.                                                                                                                         
                       Carla Gabriela Sousa Ferreira  -    4º Ano- E.B.1 C/ J.I. de Campo

Regresso às aulas

Eu quando cheguei à escola
Brinquei com os meus amigos,
Depois joguei à bola
E guardei os livros na sacola.

No regresso às aulas
Levei cadernos e canetas,
Uma mochila nova
Para não fazer caretas.

Eu vou para a escola 
Para aprender a ler.
Vou estudar muito
Para saber escrever.

Eu gosto de saltar à corda
Até acabar o recreio.
Gosto de estudar
E já não tenho receio.

No primeiro dia de aulas,
Senti-me muito feliz.
Trouxe cadernos novos e lápis
E lenços para o nariz.

Eu fui à escola
E levei a sacola.
Comi o meu lanche
E depois joguei à bola.


Eu quando cheguei à escola
Estava um bocadinho nervoso.
Mas quando estava a estudar
Senti um cheiro gostoso.

Os cadernos são diferentes
E os trabalhos de casa são maiores.
Temos muito trabalho pela frente
Para não sermos os piores.

A menina vai à escola
E estuda sossegadinha.
Depois vai ao recreio
Brincar com a sua priminha.

No primeiro dia de aulas
Senti-me alegre e contente
Vou fazer novos amigos
 Não vou partir nenhum dente.

Eu vou para a escola,
Levo mochila e um lápis.
Tenho cadernos e livros
E um tubo de cola.

Eu gosto da escola
Porque ajuda-me a trabalhar
E a fazer contas
Sem me enganar.

E.B. 1 de Monte Sines (1º/2º ano)

quinta-feira, 28 de abril de 2011

A princesa Gigi


         Mais uma história engraçada que vai ser contada pela Goreti e a sua colega Vera.

         Numa tarde chuvosa, uma bruxa pousou no Castelo Real, onde vivia a Princesa Gigi. Ela ficou espantada ao ver a bruxa no jardim e perguntou-lhe como se chamava. A bruxa virou-se para ela respondendo que se chama Lili.
Eu vivo numa casa assombrada muito fria e gelada que me provoca muitas dores nos meus ossos por ser tão velhinha.
A princesa como tinha bom coração, teve pena da bruxa deixando-a lá ficar na sua companhia.
A bruxa tinha inveja da princesa ser tão jovem e tão linda. Pensou logo num plano para a matar, chamando um caçador a quem ofereceu uma recompensa em troca da morte da princesa.
O caçador ficou pensativo sobre a proposta que a bruxa malvada lhe tinha feito.      
Pôs-se a caminho até à floresta onde encontrou a princesa Gigi, que estava a conversar com os animais.
O caçador contou à princesa que a bruxa lhe tinha pedido para a matar.
A princesa Gigi ficou muito assustada com o que o caçador lhe acabara de dizer.
O caçado teve pena da princesa e disse-lhe para ela fugir para muito longe.
Então, ela fez o que o caçador disse.
Enquanto fugia encontrou o príncipe André, que passeava no seu cavalo.
E ele perguntou-lhe:
- Quem és tu?
- Eu sou a princesa Gigi.
- O que andas a fazer aqui sozinha na floresta?
- Ando a fugir da bruxa malvada que me quer matar.
O príncipe André ficou com pena da princesa e convidou-a para ir com ele para o seu castelo.
A princesa Gigi aceitou o convite do príncipe e partiram os dois para o castelo.
Quando chegaram ao castelo, a mãe do príncipe ficou maravilhada ao ver a linda princesa.
A mãe do príncipe ofereceu-lhe os seus diamantes mais preciosos e pediu-lhe para casar com o seu filho.
A princesa Gigi ficou muito feliz e aceitou o pedido da rainha.
O príncipe também ficou muito feliz e marcou logo a data do casamento.
Os dois viveram felizes para sempre.

4.º ano - E.B.1/J.I de Lagoas

A menina Camila

                                                                                                                                                                   

Este grupo formado pela Cláudia, Ana Raquel e Leonel escolheram a história de uma menina de quatro anos, de cabelo ruivo e pequenina.

Numa noite de Verão, a Camila foi passear com as suas amigas à rua.
Levava vestida uma t-shirt e uns calções, apesar da sua mãe lhe ter dito para vestir um casaco.
Quando a Camila chegou a casa, a mãe perguntou-lhe como tinha corrido o passeio. A Camila respondeu que a noite estava fria e que lhe estava a começar a doer a garganta.
A mãe da Camila fez um chá de tília com mel e deu à filha antes de ela se ir deitar.
Na manhã seguinte, a Camila estava pior que no dia anterior, e por isso faltou à escola.
A professora quando estava a fazer a chamada deu pela falta da Camila.
Os colegas da Camila disseram que ela estava constipada e cheia de febre.
A sua melhor amiga Goreti, no fim da escola foi visitá-la na companhia do seu irmão Matias.
A Camila ficou muito contente por ver os seus melhores amigos à sua beira. A Goreti deu-lhe um presente, era um ursinho de peluche.

A Camila convidou-os para lanchar e perguntou-lhes o que tinham feito na escola.
Nessa noite, a Camila já não tinha febre e a sua mãe disse-lhe que já podia ir ao infantário no dia seguinte.
A Camila sentiu-se feliz por saber que já podia ir ao infantário.
À noite, a mãe preparou a roupa para a sua filha levar e a Camila arrumou a sua mochila, sem se esquecer de levar o ursinho para mostrar à educadora.




Alunos do 4-º ano – E.B.1/J.I de Lagoas